Início / Instalação
Do pacote .tgz até o primeiro login. Detalhes por sistema nas páginas de Ubuntu, Debian e Windows.
A instalação do GLPI tem três blocos: preparar o SO, colocar os arquivos no lugar certo e rodar o assistente. Pular o DocumentRoot public no GLPI 11 é o que mais gera “404” e aviso de segurança.
Confira PHP e extensões em requisitos do GLPI.
Pegue o GLPI 11.0.8. Não use ZIP de “source code” genérico se o projeto publica o .tgz de release.
Exemplo: tar -xzf glpi-11.0.8.tgz -C /var/www/. Dono: usuário do Apache/Nginx.
Root em /var/www/glpi/public. Fora disso, arquivos sensíveis ficam acessíveis.
Crie database e usuário com privilégios naquela base. Anote host, nome, user e senha para o wizard.
Idioma → licença → checagem do ambiente → conexão → criação das tabelas → conta admin. Remova o arquivo de instalação quando o próprio GLPI pedir.
Agende php bin/console glpi:cron ou o equivalente da sua versão para e-mail, SLA e tarefas automáticas.
Guias específicos: Ubuntu · Debian · Windows · depois da instalação
No navegador, na URL da instalação. O GLPI detecta se ainda não há banco configurado e abre o wizard.
Não é obrigatório. Em servidor Linux o CLI ajuda a instalar pacotes e a fixar permissões. O setup em si pode ser 100% web.
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